A sexta edição da Ciberarte, publicada no final de 2008, ganhou um projeto gráfico completamente novo, mais limpo, organizado e dinâmico. Neste número você poderá acompanhar o som dos fluidos, a música para poucos, os espaços coletivos e esquecidos, o lesbianismo nos quadrinhos, o admirável mundo novo, a recusa da guerra, o capitalismo infernal de Wall Street e o entulho planetário habitado pelas baratas.
Lugares e Não Lugares faz referência ao vagão como ponto de identificação coletiva, porém esquecido. Lomografias de Leila Lampe, autora da capa desta edição.
Lesbianismo nos quadrinhos, uma leitura de Fun Home de Alisson Bechdel. Um artigo de Rafael Soares Duarte.
Oblivion, um vídeo de Aleph Ozuas. O Curso e o som dos líquidos através das ações e inanições humanas.
O Admirável Mundo Novo, um regresso a ele e o nosso progresso em sua direção. Um artigo de Fábio Corrêa.
Resenha do álbum só, de Jean Mafra: "...qual o sentido de tudo isso? qual o sentido de produzir? de criar? de procriar essa prole indesejada que é a canção que é marca de compromisso consigo mesma..."
Quem nos dirá do Real?, um artigo de Flávia Memória: "Do assombro diante de mais uma falsa verdade num tempo que é só acúmulo, evocar o pensamento do filósofo Slavoj Žižek para lembrar de um gesto de recusa."
Wall Street ainda mais infernal, por Ana Carolina Cernicchiaro: "Sob, sobre e entre os escombros surge O Inferno de Wall Street, o emblemático fragmento do poema épico O Guesa, de Joaquim de Sousândrade..."
Periplaneta americana, um conto de Maia Filho, da Ilha do Desterro.
Evidências uma HQ de Aleph Ozuas e E. C. Nickel, inspirada na "Viagem bruxólica à Índia", de Franklin Cascaes.
